Relatório pré-mercado | exclusividade corptrader

O dia e a semana começam com otimismo generalizado nos mercados, após os Estados Unidos ratificaram seu interesse na celeridade da primeira fase do acordo comercial. O Ambiente de maior apetite ao risco favorece as commodities e os emergentes.

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Na Asia, as bolsas fecharam em alta, com destaque para a forte valorização em Hong Kong, de 1,65%, após entendimento de estabilização social. A província vem tendo sucessivos protestos civis. A China fechou em alta de 0,58%, com o Yuan se valorizando novamente, e se aproximando da região dos 7 Yuans por Dólar. Agora, cotado a 7,02. Na Austrália, houve leve alta de 0,27%, com destaque para as mineradoras que subiram forte, movimento reproduzido nas companhias listadas em Londres. O movimento foi puxado pelo otimismo com o acordo comercial e com a alta generalizada das commodities, muito embora o minério de ferro em si, tenha caído 1,2% em Dalian, cotado agora a US$87,49. O Japão não abriu por conta de feriado.

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Na Europa, as bolsas também abrem em forte alta, incentivadas pelos esforços da Casa Branca em manter a primeira fase do acordo. Na abertura do pregão foram reportados os PMIs da Zona do Euro que, apesar de sinalzarem contração, vieram acima do esperado na Alemanha e Espanha. Na Inglaterra, também tivemos relativa surpresa no PMI da construção civil, que fechou em 44,2, acima do consenso em 44, e acima do indicador anterior, de 43,3.

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Wall Street sinaliza alta significativa para a abertura (ressaltamos que, a partir de hoje, a abertura se dará as 11:30h no horário de Brasília). O Petróleo sobe mais de 1%, com os players se posicionando para o IPO da Aramco, que pretende ser o maior da história. No entanto, o apetite ao risco segue moderado nos Estados Unidos, a medida que o S&P500 permanece congestionado na região de topo.

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Aqui no Brasil, temos um ambiente positivo e que configura alta da bolsa, com o andamento da reforma administrativa e tributária. O presidente Bolsonaro entregará hoje, segundo sua agenda, o texto do Guedes ao Maia. O boletim FOCUS do Banco Central veio sem grandes mudanças, mas elevou timidamente a projeção do PIB de 0,91% para 0,92%. O Dólar tem uma semana com tendência para queda, mas sem movimento estrutural que o leve para a região de R$3,60. No radar está no leilão da cessão onerosa, com estimativa de arrecadação de até US$50 bilhões, e com potencial de ser o maior leilão da História. Para o fechamento do pregão, teremos balanço do Itau, o papel de maior peso no índice Bovespa.

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Dado a temporada de balanços, as recomendações estão suspensas por hora, mas ressaltamos o contexto positivo para a bolsa.

Ótimos negócios!

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